Segundo uma matéria da Variety, Mehdi Kalhor, conselheiro cultural do governo iraniano, disse que “a ‘islamofobia’ nas ficções ocidentais começou na França. Produzir e premiar o filme antiiraniano Persepolis em Cannes significa colaborar para essa imagem negativa”.
Ali Akbar Velayati, ex-ministro das relações exteriores e conselheiro do falecido líder Aiatolá Khomeini, complementa que este filme é outro exemplo dos Estados Unidos tentando ‘encorajar forças de oposição ao governo’.
A escritora e diretora Marjane dedicou seu prêmio a ‘todos os iranianos’. No Brasil, a animação será lançada pela Europa Filmes, mas ainda não há uma data de estréia definida.
