Na competição de longas, o prêmio de melhor documentário foi para Cruel Separación, de Sarah Boston, um co-produção entre Chile e Reino Unido. Já os longas Pequeña Habana, de Rolando Pardo, e Madres Com Ruedas, de Mario Piazza, receberam menção honrosa.
Das ficções em longa metragem em competição, o cubano La Edad de la Peseta, de Pavel Giroud, foi escolhido como o melhor filme. Enquanto o mexicano La Ultima Mirada de Patrícia Arriaga Jordán, recebeu uma menção honrosa.
Já o júri popular escolheu como melhor documentário em longa metragem o brasileiro Meu Brasil, de Daniela Boitman, e na categoria ficção, o equatoriano Que Tan Ejos, de Tania Ermida.
Competiram no festival mais de 60 produções entre longas e curtas, ficções e documentários, todos produzidos em países do Mercosul.
