Em Gramado, o diretor – que fez vários curtas em Cuba, mas apenas este no Brasil – agradeceu particularmente a adesão de Juliana Carneiro da Cunha. Eles não se conheciam, mas bastou que Pedro lhe enviasse o roteiro por e-mail para que ela aceitasse participar, encaixando a filmagem num raro intervalo de seu trabalho no Théâtre du Soleil, na França, onde mora.
Como medida da entrega de Juliana ao papel, o diretor contou também que havia lhe recomendado que lesse toda a obra de Katharine Mansfield – de quem se leria um trecho em cena (que foi extraído do texto Bliss). Juliana que, segundo ele, não conhecia a escritora, chegou ao Brasil desculpando-se por ter lido “só metade”.
