19/06/2026

2ª edição KOFF – Korean Film Festival começa amanhã em São Paulo

Iniciativa do ISPAC - Instituto São Paulo de Arte e Cultura, sob curadoria do roteirista, teatrólogo, professor da Universidade de São Paulo (USP) e diretor de cinema Rubens Rewald, o 2o Koff - Korean Film Festival apresenta mais de 60 filmes, entre longas e curtas metragens de todos os gêneros. O evento é gratuito, e acontece no Reserva Cultural (Av. Paulista, 900), até o dia 9 de outubro. 

Composta por duas mostras, uma Mostra Não Competitiva, que exibe 12 longas e 13 curtas – Road to Boston, Exhuma, Spring in Seoul, Sleep, Mimang, Soulmate, Concrete Utopia, Ditto, Dog Days, Round-Up: No Way Out, Vidas passadas. A Mostra Competitiva exibe mais 10 longas e 27 curtas, que premia tanto filmes produzidos na Coreia do Sul, quanto no Brasil, por votação popular. 

O festival também promoverá oficinas de produção de vídeo em escolas públicas e debates internacionais em formato virtual com cineastas, atores e produtores coreanos. As conversas buscam fortalecer o intercâmbio entre os dois países e a troca de ideias sobre a indústria cinematográfica. Todo o conteúdo estará disponível no canal oficial do festival no YouTube.

Na Mostra Competitiva, foram selecionados mais de 40 filmes de cineastas emergentes, entre 325 inscritos da Coreia do Sul e Brasil, e serão exibidos longas inéditos no Brasil, como Table for Two, Birth, e Juhee from 5 to 7, entre outros. 

Entre os destaques da Mostra Não Competitiva estão longas metragens que tiveram bastante evidência na produção sul-coreana nos últimos dois anos, como, por exemplo, o filme de abertura do Festival, Vidas Passadas, da diretora Celine Song, sucesso de crítica e público em todo o mundo e indicado ao Oscar deste ano.

Também estão na programação os dois sucessos do cinema coreano dos últimos dois anos, inéditos no Brasil: Spring in Seoul (2023), um thriller político com direção de Kim Sung-su indicado em várias categorias no Asian Film Awards, que ultrapassou 11 milhões de espectadores em 36 dias de exibição. Baseado em fatos reais, a história tem como ponto de partida o assassinato do presidente Park em 1979, quando várias facções militares lutaram pelo controle durante um violento golpe; e Exhuma, que explora o terror psicológico, rituais xamânicos e a possessão de forma absolutamente original e, ainda, faz críticas sutis ao impacto da história da Coreia com o Japão. Dirigido por Jang Jae-hyun, estreou em fevereiro deste ano e se tornou a maior bilheteria na Coreia do Sul em 2024 , com U$ 83 milhões.

Para mais informações sobre a seleção e a programação completa, acesse o site do festival: https://koffko.com.br

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