25/06/2026

Lançado novo prêmio para cinema paulista

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Um total de R$ 37 mil será repartido entre as melhores produções do cinema paulista em 2004, dentro do I Prêmio Fiesp/Sesi SP do Cinema Paulista, anunciado nesta quarta (16). Trata-se de uma iniciativa inédita das duas organizações, que têm a parceria do Sindicato da Indústria Cinematográfica do Estado de São Paulo (Sicesp).

Além disso, será aberto em abril um concurso para a realização de documentários para a TV, sendo também reativado o espaço de projeções do prédio da Fiesp, na avenida Paulista. Para André Sturm, diretor adjunto do Comitê de Ação Cultural da Fiesp, o comitê também pretende ampliar o acesso às produções cinematográficas, em especial aos filmes nacionais.

Participarão da I Prêmio Fiesp/Sesi SP longas-metragens produzidos por empresas paulistas e lançados em 2004. Serão premiadas as categorias Melhor Longa-Metragem; Diretor; Ator; Atriz; Roteiro; e Fotografia. Os três finalistas de cada categoria serão determinados por um júri popular (público), que poderá efetuar o voto pelo hotsite do Prêmio. Os vencedores serão eleitos por um júri oficial, constituído por dois críticos de cinema, dois convidados da classe cultural, dois representantes do sindicato e um representante da área cultural.

Os filmes habilitados a concorrer são:

- 199 - Um Supermercado que Vende Palavras (foto)
- À Margem da Imagem
- Acquária
- Cama de Gato
- Cine Gibi - o Filme
- Como Fazer um Filme de Amor
- Contra Todos
- De Passagem
- Garotas do ABC
- Narradores de Javé
- Nina
- Pelé Eterno
- O Prisioneiro da Grade de Ferro
- Viva Voz

A exibição dos filmes será realizada entre 7 e 17 de março, em sessões gratuitas, no Mezanino e no Teatro Popular do SESI. A solenidade de premiação está agendada para o dia 28 de março.

Segundo o Sindicato da Indústria Cinematográfica do Estado de São Paulo, o setor hoje emprega diretamente cerca de 30 mil pessoas e disponibiliza, indiretamente, outros 10 mil empregos. No ano passado, o circuito de salas de cinema do País movimentou R$ 700 milhões, sendo aproximadamente R$ 100 milhões somente com a produção de obras brasileiras. Este montante representa 16% do mercado mundial e coloca o País na 9º posição em número de salas de projeção.

"Este segmento tem grande potencial de crescimento", afirma André Sturm. "Levando em consideração que apenas 30 milhões de brasileiros têm condições de desfrutar do cinema como fonte de lazer, este número tem grandes chances de crescer substancialmente, principalmente se ocorrer a melhoria da condição socioeconômica da população brasileira."

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