Segundo o jornal, a companhia obteve o controle de uma série de patentes que cobrem as etapas de funcionamento de um aparelho que dispararia raios de ultrassom em direção às cabeças dos espectadores, alterando a atividade neural normal de algumas partes do cérebro. Mas, segundo a reportagem, este aparelho ainda está em projeto.
Uma das vantagens da nova tecnologia seria permitir que mesmo deficientes visuais pudessem ter experiências sensorias dos filmes exibidos. Porém, o professor inglês Patrick Purcell, expert em tecnologia da mídia no Imperial College de Londres, alertou que “o problema é que, no cinema, a sensação preferida de uma pessoa pode ser horrível para uma outra”.
