Na mostra competitiva Videosul, que reuniu curtas e médias-metragens, o argentino Felices fiestas, de Juan Barney, foi o vencedor na categoria Documentário. O brasileiro Espalhadas pelo ar, de Vera Egito, venceu entre os curtas e médias de ficção. Além deste, Abaixando a máquina foi o único filme brasileiro lembrado pelo júri. O documentário de Renato de Paula e Guillermo Planel recebeu a menção honrosa na mostra competitiva de documentários, ao lado do argentino Cielo abierto, de Carlos Ruiz.
El payaso y el führer, do espanhol Eduard Cortés, La clase, do venezuelano José Antonio Varela, Quien mato La llamita blanca, do boliviano Rodrigo Bellot, e Buscando a Miguel, do colombiano Juan Fischer, levaram a menção honrosa na mostra competitiva de longas de ficção.
Na mostra Videosul, a animação chilena V al Paraíso, de Pablo Alibaud H., e o espanhol El espejo, de Lili Cabrera e Valerio Veneras, receberam igual menção na categoria ficção.
O público também escolheu seus melhores filmes ao longo do festival, sendo vencedores na categoria VideoSul, Eu sou assim – Wilson Batista, de Luiz Gumarães de Castro. Na categoria ficção, “Hermeto Pascoal – Ato de criação, de Marília Alvim, entre os longas; como melhor documentário, foi escolhido ¿Quién soy yo? Los niños encontrados en Argentina, de Estela Bravo; na categoria longa de ficção, venceu Buscando a Miguel, do colombiano Juan Fischer.
Na noite de sábado (28), no encerramento do 1º Seminário e Fórum do Documentário Latino-Americano, foi assinada a “Carta do Rio de Janeiro”, que propôs doze pontos para o fomento da produção de documentários na América Latina, recebendo o aval de 30 cineastas latino-americanos. Também ficou acertada a realização do “Encontro Século XXI de Documentaristas”, agendado para outubro, em Caracas.
