A crítica, assinada por Jean-François Rauger, lamenta que se conheça pouco o trabalho de Bressane na França, o que, para ele , "é uma pena porque a obra desse cineasta, poeta e filósofo (que fez mais de 20 filmes) é uma revelação que valerá a pena um dia descobrir".
Mais adiante, Rauger arremata: "Mas Filme de Amor reencontra a energia de uma busca lírica que coloca o sexo no meio de uma problemática da representação e das questões que ela propõe: simulação ou não, gestos restritos ou 'naturais'. É uma lástima não ter conhecido antes a obra deste artista apaixonante".
Cineweb-24/5/2003
