
Elas.Lab é um projeto do instituto AzMina e tem como objetivo divulgar o trabalho de mulheres cientistas brasileiras, e estimular jovens garotas a conhecer a ciência, especial como uma possibilidade profissão. A primeira temporada série é composta de três curtas documentais e tem como protagonistas três mulheres que se destacam no campo da saúde. Dirigida por Helena Bertho e Pétala Lopes, a série está disponível gratuitamente no canal do instituto no Youtube a partir de hoje. Será disponibilizado um episódio por semana, sempre às quartas.
A primeira temporada traz como protagonistas Luciana Maria Silva, bióloga mineira, conta sobre sua pesquisa que levou à invenção do primeiro exame para prognóstico de câncer de ovário; Marilda de Souza Gonçalves é farmacêutica e primeira diretora mulher, negra e não-médica da Fiocruz Bahia. Ela é também uma das maiores referências no país na pesquisa da doença falciforme; e Fernanda Palhano, engenheira de Natal, estuda o uso de psicodélicos para o tratamento de doenças psiquiátricas.
Com depoimentos em primeira pessoa das cientistas, e recursos visuais que ajudam na compreensão dos trabalhos delas, os filmes desmistificam a profissão de cientista como algo inalcançável, mas também levanta os problemas que cada uma delas enfrentou por ser mulher numa área dominada por homens.
O lançamento acontece hoje (23), às 18h, como uma live no canal do instituo AzMinas, com participação das diretoras e das cientistas dos filmes, que debaterão “Mulheres na ciência: por que ainda é um desafio?”.
