22/07/2026

Jane Fonda prepara estratégia de guerra para lançamento de autobiografia

Ninguém, ou quase ninguém, vai ler a autobiografia da atriz e ativista política Jane Fonda antes do livro chegar às lojas no início de abril. Isso porque a editora, a Random House, está montando uma verdadeira campanha de guerra para o lançamento livro – algo irônico em se tratando de Jane Fonda que muitas vezes é mais reconhecida por sua militância contra a Guerra do Vietnã (chegou a ganhar o apelido de Hanói Jane) do que pela personagem Barbarella, que interpretou no filme homônimo de Roger Vadim em 1967.

Agora, no ano em que completa 68 anos, se prepara para voltar ao cinema, ao lado de Jennifer Lopez, em Até que a Sogra nos Separe, (que chega aos cinemas brasileiros no segundo semestre), depois de um hiato de 15 anos, desde Stanley e Iris Mas antes disso, tem a autobiografia, que certamente causará muita polêmica. Nenhuma cópia do livro My Life so Far [Minha Vida Até Agora] será liberada para imprensa e críticos. E Jane não dará nenhuma entrevista até 3 de abril, quando aparece no programa 60 Minutos. Só na semana seguinte irá a diversos programas de TV norte-americanos – além de uma possível capa da revista Time.

Jane pode ser considerada precursora de muita coisa em Hollywood e nos Estados Unidos, transformando-a num ícone da cultura pop. Muito antes de Susan Sarandon e Sean Penn se engajarem na política, a atriz era uma das poucas celebridades a levantar a voz nos anos 70, contra a Guerra do Vietnã. E espera-se que muitas dessas histórias da vida de Jane sejam reveladas em seu livro.

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