SALA BNDES
19h00 IMAGENS DO INCONSCIENTE - NO REINO DAS MÃES | EM BUSCA DO ESPAÇO COTIDIANO | A BARCA DO SOL
SALA BNDES
17h00 IMAGENS DO INCONSCIENTE - NO REINO DAS MÃES | EM BUSCA DO ESPAÇO COTIDIANO
20h00 NISE
SALA BNDES
17h30 IMAGENS DO INCONSCIENTE - A BARCA DO SOL
19h00 NISE
Brasil, 1983-1986, 16mm, cor, 55’ | Exibição em HDCam
No reino das mães tem como principal personagem a paciente Adelina Gomes – moça pobre, filha de camponeses, internada num hospício no final dos anos 1930. Aos 18 anos, Adelina apaixonou-se por um rapaz, mas seu casamento foi proibido pela mãe. Em sinal de revolta, ela estrangula a gata de estimação da família e vai para o manicômio, recebendo diagnóstico de esquizofrenia. Ao longo do filme, conhecemos as esculturas e pinturas feitas por Adelina no ateliê da Seção de Terapêutica Ocupacional do Centro Psiquiátrico Nacional, organizada por Nise da Silveira em 1946. Suas obras exibem mulheres metamorfoseadas em flor, mães com o coração fora do peito e gatos. A sucessão de imagens é acompanhada por um texto que interpreta os processos psíquicos revelados na arte de Adelina, sugerindo paralelos entre sua produção plástica e diversas figuras mitológicas.
Não indicado para menores de 14 anos
Considerações sobre o trabalho de Nise da Silveira à frente do Museu de Imagens do Inconsciente e o papel da atividade artística no tratamento dos pacientes, Em busca do espaço cotidiano também denuncia os limites da psiquiatria tradicional e a decadência dos lugares que acomodam os doentes. A partir daí, volta-se para o caso do Fernando Diniz, cujas pinturas, ora abstracionistas, ora figurativas, muitas vezes povoadas por formas circulares e geometrismos, funcionam como lugar de exposição de seus tormentos subjetivos. Em seus desenhos, Fernando também procura livrar-se do caos para assim organizar seu espaço cotidiano, tal como um homem comum.
Não indicado para menores de 14 anos
Brasil, 1983-1986, 16mm, cor, 70’ | Exibição em HDCam
A barca do sol mergulha no universo místico de Carlos Pertius, filho de uma família de imigrantes franceses, internado aos 29 anos. Depois de enfrentar problemas pessoais – a morte do pai – Carlos certo dia vislumbrou uma imagem cósmica, a que deu o nome de “o planetário de Deus”. Foi encarcerado no hospital da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, e recebeu o diagnóstico de esquizofrenia. Em 1946, passou a frequentar o ateliê criado por Nise da Silveira, afeiçoando-se por ele como se fosse sua casa. Suas obras são marcadas pela presença de mandalas, sinais de suas tentativas de organizar o caos psíquico. Além disso, receberam especial atenção de Jung, quando expostos em Zurique, em 1957, por ocasião do 2º Congresso Internacional de Psiquiatria.
Não indicado para menores de 14 anos
Brasil, 2016, digital, cor, 109’ | Exibição em DCP
elenco Glória Pires, Fabrício Boliveira, Felipe Rocha
Negando-se a usar métodos como eletrochoque e lobotomia em esquizofrênicos, a dra. Nise da Silveira (1905-1999) assume o abandonado setor de terapia ocupacional do hospital onde trabalha, revolucionando o tratamento de seus pacientes.
Não indicado para menores de 12 anos
