Neusa Barbosa
Celulóide Digital
Quando protesto pode virar intolerância
- Por Neusa Barbosa, de Brasília
- 20/09/2015
Como se esperava, Cláudio Assis foi fragorosamente vaiado ao vir apresentar seu novo filme, “Big Jato”, no Festival de Brasília. Vaiado a ponto de não conseguir falar. Está certo isso?Em Cannes, glamour só no salto
- Por Neusa Barbosa, de Cannes
- 21/05/2015
Woody Allen, mais relax aos quase 80 anos
- Por Neusa Barbosa, de Cannes
- 15/05/2015
Cannes - Mais uma vez, Woody Allen voltou a Cannes. E, considerando a primeira vez que o entrevistei por aqui, há exatos 13 anos (quando ele trouxe Dirigindo no Escuro), melhorou sua adequação de figurino ao clima. Naquela altura, o entrevistei no terraço de um dos grandes hotéis daqui, o Carlton, sob um céu muito azul de primavera, vestindo um paletó de tweed pesadão, totalmente impróprio para o clima.Meus filmes favoritos em 2014
- Por Neusa Barbosa
- 27/12/2014
Três filmes para colocar a imprensa em foco
- Por Neusa Barbosa
- 04/12/2014
Eternamente Glauber
- Por Neusa Barbosa
- 17/09/2014
Rever Deus e o Diabo na Terra do Sol (foto) o clássico de Glauber Rocha, em cópia restaurada em DCP 2k, na abertura do 47o Festival de Brasília, é destas experências renovadoras. Há menos de seis meses, eu o tnha revisitado. O que não abalou as emoções do reencontro com o filme, que está fazendo 50 anos de lançamento.
Lançada duas semanas antes do golpe de 1964, a obra continua atual, todo esse tempo demolindo fronteiras e tabus, poderosa em sua capacidade de sintetizar contradições milenares do País e da condição humana a retratar as mazelas dos camponeses Manuel (Geraldo Del Rey) e Rosa (Yoná Magalhães), perdidos no sertão, entre os desmandos dos coroneis donos da terra, dos beatos fundamentalistas e dos últimos jagunços, à sua frente, Corisco (Othon Bastos).
A música de Sérgio Ricardo (sobre os versos em cordel do próprio Glauber) é uma das pedras basilares desta catedral cristalina da brasilidade que o cineasta construiu aqui, com intuição poética e política precisas. "Se entrega, Corisco! Eu não me entrego não!", um de seus refrões a ressoar eternos na nossa memória afetiva. E a nos lembrar o quanto é complexa a identidade brasileira. O Brasil não é para principiantes, pontuava outro dos nossos gênios da raça.
Novo cinema brasileiro brilha em Paulínia
- Por Neusa Barbosa
- 30/07/2014
Tarantino: o incansável menino mimado de Hollywood
- Por Neusa Barbosa, de Cannes
- 23/05/2014
