A Favorita do Rei
Filme de abertura do Festival de Cannes 2023, o drama de época resgata a figura de Madame du Barry (Maïwenn), a amante favorita do rei Luís XV (Johnny Depp), que vive com ele uma paixão proibida para o século XVIII. Na Filmelier+
Filme de abertura do Festival de Cannes 2023, o drama de época resgata a figura de Madame du Barry (Maïwenn), a amante favorita do rei Luís XV (Johnny Depp), que vive com ele uma paixão proibida para o século XVIII. Na Filmelier+
Vinte e quatro anos depois do primeiro filme, o diretor Ridley Scott lança-se à sequência, agora tendo como herói Hanno (Paul Mescal), jovem escravizado pelos romanos que é transformado em gladiador por seu novo dono, Macrinus (Denzel Washington), em Roma - onde ele tem encontro marcado com as próprias origens no mais alto círculo do poder. Na Netflix.
Dirigido por Gustavo Galvão, esse drama acompanha a trajetória de uma atriz em crise (Gisele Frade) num momento em que ela conhece uma jovem fã (Ana Eliza Chaves), que ambiciona à fama fácil prometida pelas redes sociais. Nos cinemas.
Exibido no Festival de Berlim, o novo filme do diretor mauritano Abderrahmane Sissako (de "Timbuktu") acompanha a nova vida da jovem Aya (Nina Mélo). Africana da Costa do Marfim, ela desistiu do casamento no altar e vai viver no sul da China, onde existe uma ativa comunidade africana voltada para o comércio. Na Reserva Imovision.
Inspirado numa peça de Newton Moreno, o filme conta a história de um casal (Aury Porto e Badu Morais) que está em fuga pelo sertão. Acolhidos por uma senhora (Luci Pereira), vivem um período de tranquilidade. Mas logo a descoberta de um segredo os exporá a um ataque de intolerância. Nos cinemas.
Partindo de um roteiro de David Mamet, o ator e diretor Luca Barbareschi conduz e protagoniza uma trama em torno de um psiquiatra em Nova York envolvido em um processo midiático por conta de um paciente seu, que matou 8 pessoas num tiroteio. No Festival de Cinema Italiano (grátis no site até 8/12/2024).
Detido num incidente com a polícia, numa pequena cidade calabresa, Antonio (Francesco Russo) começa a desenterrar uma trágica história de sua infância, em que ele e seus amigos tiveram suas vidas transtornadas por desmandos do senador local, Rizzo ( Massimo Popolizio). No Festival de Cinema Italiano (grátis no site até 8/12/2024).
Cinebiografia da primeira mulher aceita na Academia de Medicina no Brasil, em 1871, que foi Marie Durocher (na juventude, Jeanne Boudier, na vida adulta, Sandra Corveloni). No elenco, Maria-Josée Croze. No Telecine.